Olá,

Gostaria de sugerir uma pauta sobre a Zebuembryo, central brasileira especializada na produção e exportação de embriões zebuínos de alto mérito genético, que vem ampliando sua atuação no mercado internacional.
Com sede em Uberaba (MG), no Triângulo Mineiro, a empresa tem investido em estrutura, biotecnologia e cooperação técnica para atender projetos na África, Ásia e América Latina, levando a genética zebuína brasileira a mercados estratégicos e ainda pouco explorados. Fico à disposição para mais informações.

Atenciosamente,

Robson Rodrigues
Pec Press - Comunicação Estratégica
(11) 9 8642-8773
robson@pecpress.com.br
www.pecpress.com.br

Zebuembryo avança no mercado global de genética bovina


A Zebuembryo amplia sua atuação internacional por meio de uma estratégia consistente de expansão e cooperação técnica. O movimento consolida a presença global da genética brasileira, especialmente na África e na Ásia, territórios ainda pouco explorados, integrando biotecnologia, estrutura produtiva e capacitação técnica.

Sediada em Uberaba (MG), a Capital Mundial do Zebu, a empresa produz e exporta embriões bovinos em larga escala, sendo referência tanto no Brasil quanto no exterior, e identifica um leque de oportunidades no mercado internacional.

“As exportações de genética bovina seguem concentradas na América Latina, principalmente Paraguai, Colômbia e Equador, mas é seguro afirmar que África e Ásia representam um verdadeiro oceano azul de oportunidades à pecuária brasileira”, avalia Bento Mineiro, diretor executivo da Zebuembryo. O Brasil, atualmente, é o maior exportador de embriões do mundo e, de acordo com dados do INDEX ASBIA, em 2025, exportou cerca de 1,1 milhão de doses de sêmen.

Mercados africano e asiático

“Não é fácil produzir na África. O continente africano possui 55 países e cada região tem suas peculiaridades climáticas e de manejo, ainda assim a genética brasileira se sobressai. Existe uma lacuna gigante de melhoramento genético que o Brasil pode ajudar a suprir, assim como também acontece na Ásia”, aponta Humberto Rosa, diretor de negócios da Zebuembryo.

Um exemplo ocorreu em janeiro deste ano, quando um marco histórico foi registrado na Nigéria, com o nascimento do primeiro bezerro oriundo de transferência de embriões (TE) naquele país. O projeto foi conduzido integralmente pela equipe técnica da Zebuembryo, culminado em uma premiação concedida pela Apex Brasil e Revista Exame.

Outro marco internacional inclui a primeira exportação de embriões da raça Gir para a Índia, em conjunto com a Fazenda Floresta, pertencente à pecuarista Roberta Bertin, de Lins (SP), em outubro do ano passado.
 
Prospecções seguem em outros países asiáticos, como a Indonésia, além dos africanos. A agenda internacional de Humberto Rosa, em 2026, prevê mais de cem dias dedicados à abertura de novos mercados para o Brasil, incluindo uma missão multissetorial ao Leste africano, a convite da ApexBrasil e do Ministério das Relações Exteriores.

O diretor de negócios da Zebuembryo visitará, neste mês de fevereiro, Etiópia, Ruanda, Tanzânia e Quênia, região que concentra quase metade do rebanho africano. No início do mês de março, estará em Angola, juntamente com sua equipe técnica, dando início a um novo grande projeto de transferência de embriões.

Capacidade operacional

A base operacional da Zebuembryo é composta por uma Central de Doadoras com 170 hectares e capacidade para receber até 500 doadoras de alto mérito genético, além de um laboratório capaz de processar até 50 mil embriões por ano – possuindo dupla habilitação pelo Ministério da Agricultura para exportar para mais de 40 países.

Certificada ISO 14001 e vencedora do Prêmio Melhores Negócios Internacionais, concedido pela ApexBrasil em parceria com a Revista Exame, em 4 de dezembro, a empresa investe em biotecnologia, capacitação técnica e projetos adaptados a diferentes sistemas produtivos, fortalecendo a produtividade e a segurança alimentar global.

“Nossa missão é compreender a realidade dos mercados onde atuamos, oferecendo acompanhamento completo, da seleção dos acasalamentos à transferência embrionária nos países de destino”, conclui Rosa.










Descadastre-se para não mais receber nossos emails. | Problemas para ler esse e-mail? Clique aqui.